Comércio e varejo
Catálogo, preço, prazo de entrega e status do pedido — respondidos na conversa, sem o cliente esperar o horário comercial.
O Zap com IA atende no canal que o cliente já usa, consulta o sistema que a sua empresa já tem e responde com a informação certa — preço, prazo, catálogo, situação do pedido. Quando a conversa sai do roteiro, ele chama uma pessoa.
Sem trocar o seu sistema. Sem instalar nada no seu computador.Não importa o ramo: se o seu cliente pergunta por mensagem, o problema é o mesmo. A resposta quase sempre já existe em algum lugar da empresa — uma tabela de preço, um pedido, um manual, uma política. Ela só não chega na hora em que perguntaram.
Catálogo, preço, prazo de entrega e status do pedido — respondidos na conversa, sem o cliente esperar o horário comercial.
Triagem do que a pessoa precisa, encaixe na agenda e encaminhamento para a equipe certa já na primeira mensagem.
Cotação por período, disponibilidade e situação do contrato, com a confirmação de identidade que esse tipo de consulta exige.
Manual, garantia, política de troca e passo a passo de instalação — respondidos a partir do seu próprio material.
Nada aqui depende de abrir chamado, esperar fila de desenvolvimento ou trocar o sistema que a empresa já usa há anos.
O assistente conversa com o sistema que a sua empresa já usa. Preço, estoque e contrato continuam vindo de lá — ele consulta, não guarda uma cópia paralela que envelhece.
Assunto, regra de encaminhamento e grupo de atendimento se cadastram numa tela, como quem preenche um formulário. Nada de abrir chamado para mudar uma resposta.
Manual, tabela, política interna, e-mail padrão. Você sobe os documentos e eles viram resposta — no seu jeito de falar, não no genérico.
Dá para abrir uma conversa de demonstração, com prazo e acesso controlados, e ver exatamente o que o assistente responderia. Só depois ele vai ao ar.
Pergunta fora do que ele sabe, cliente irritado, negociação: vira atendimento humano com o histórico junto. Ninguém pede para repetir o que já foi dito.
WhatsApp, chat no site, e-mail e Telegram. Mesmo conhecimento, mesmas regras, mesma conversa — o cliente escolhe onde falar.
Atendimento lida com nome, telefone, documento, contrato e valor. Essas são as decisões que tomamos antes de escrever a primeira linha do produto — não depois.
Cada empresa tem o seu próprio banco de dados. Não é uma base gigante compartilhada com filtro por cliente — é separação de verdade, no alicerce.
Nome, e-mail, telefone e documento são guardados cifrados. Quem olhasse o banco por fora não leria nada.
Ele não libera contrato ou pedido porque alguém disse um nome. Só depois de uma confirmação real — um código enviado pelo seu próprio sistema.
O nível de permissão de cada conversa é definido por regra de sistema. O modelo não tem como se convencer de que a pessoa é quem não é.
Quando alguém aceita ser contatado, fica registrado quando e para quê. Você consegue provar o consentimento e a pessoa consegue retirar.
Cada conversa, cada consulta e cada acesso ficam registrados. Você vê o que foi respondido, para quem, e a partir de qual informação.
O que mais perguntam, o que hoje trava, quem responde o quê. Sai daqui a lista de assuntos que o assistente vai cobrir — e, tão importante quanto, a lista do que ele não vai tocar.
Preço, catálogo e contrato passam a vir do seu sistema. Manuais e políticas viram base de conhecimento. Nesse ponto o assistente já responde — só que ainda só para você.
Você conversa com ele como se fosse cliente, corrige o que soar errado e escolhe por qual canal começar. Dá para abrir só o chat do site antes de abrir o WhatsApp.
A gente mostra o assistente respondendo numa conversa de verdade, e você diz se aquilo resolve o seu atendimento.
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